A tradicional revista britânica “The Economist” publicou o novo ranking das melhores cidades para se viver no mundo. Viena, capital da Áustria, retomou a primeira colocação de Auckland, na Nova Zelândia. As cidades são classificadas de acordo com índices como saúde, cultura, meio ambiente, educação, estabilidade e infraestrutura.
Essas duas últimas características estão entre os pontos de destaque de Viena. Segundo os autores do relatório, “estabilidade e boa infraestrutura são os principais encantos da cidade para seus habitantes, respaldados por bom atendimento médico e muitas oportunidades de cultura e entretenimento”.
A mudança na liderança da lista está ligada às restrições da pandemia de Covid-19. Viena havia perdido o primeiro lugar no ano passado por causa do fechamento de museus e restaurantes. Agora, a reabertura a devolveu à posição que já havia ocupado em 2018 e 2019. Já Auckland acabou prejudicada no ranking devido ao prolongamento das rigorosas medidas da Nova Zelândia contra o vírus.
Depois de Viena, Copenhague (Dinamarca) surge em segundo lugar, seguida de Zurique (Suíça), em terceiro. Em quarto e quinto lugares, aparecem duas cidades canadenses: Calgary e Vancouver, respectivamente.
O relatório também lista as dez piores cidades: Damasco (Síria), Lagos (Nigéria), Trípoli (Líbia), Argel (Argélia), Karachi (Paquistão), Port Moresby (Papua Nova Guiné), Dhaka (Bangladesh), Harare (Zimbábue), Douala (Camarões) e Teerã (Irã).
Veja as melhores cidades para se viver:
- Viena, Áustria
- Copenhague, Dinamarca
- Zurique, Suíça
- Calgary, Canadá
- Vancouver, Canadá
- Genebra, Suíça
- Frankfurt, Alemanha
- Toronto, Canadá
- Amsterdã, Holanda
- Osaka, Japão e Melbourne, Austrália (empate)
Fonte: ‘The Economist’